Ideias Emergentes

Produção Cultural, CRL

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ALBERTO PLÁCIDO (FOTOGRAFIA)
A carreira do fotógrafo Alberto Plácido, nascido em 1965, tem-se pautado por uma busca artística pela reconstrução e confronto do “lugar” com novas situações, através da criação de imagens e outros meios conducentes a uma forte ligação entre o público e a sua obra. Entre os seus mais recentes projectos figuram “Paisagem em Movimento” (Galeria Tráfego, Porto), “Costa a Costa” (Centro
Américo Nunes, Sines) e “Inscape” (Galeria Bartolomeu, Lisboa). Destaque-se ainda, em 2001, os trabalhos “Solite/Insolite”, na IV Bienal de Arte Contemporânea de Nimes), e “Casa de Sonhos”, no âmbito do Porto – Capital Europeia da Cultura.

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LUÍS MENDONÇA (ILUSTRAÇÃO)
Formação em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Exerce actividade profissional como designer com empresa própria – 100 Ferrugem – e docente do ensino superior enquanto assistente do Departamento de Ilustração da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e na Escola Superior de Arte e Design de Matosinhos. Sob o heterónimo Gémeo Luís destaca-se o Prémio Nacional de Ilustração (2006), pelo livro ”O Quê Que Quem – notas de rodapé e corrimão“ com textos de Eugénio Roda (Edições Eterogémeas). Recentemente, foi seleccionado para a Exposição dos Ilustradores da Feira do Livro Infantil de Bolonha de 2007 (”Bologna Children’s Book Fair“) o mais importante certame internacional subordinado a esta temática.

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LÚCIA DAVID (ARTES PLÁSTICAS)
Os livros são recipientes de mistérios. Ler um livro é uma dupla acção: desmistificar, mas profanar esse mistério. Os leitores não assimilam simplesmente. Eles reajustam, reescrevem e reconstroem texto e significado, deixando marcas visíveis da sua viagem através do livro como notas, sublinhados, marcadores, páginas dobradas, manchas, impressões digitais … memórias acumuladas. Este momento em que o livro se torna propriedade privada, carregando consigo marcas do tempo, é o mote para o trabalho artístico de Lúcia David. Lúcia David trabalhou em Moda e Design Gráfico em Portugal na década de noventa. Em 2000 licencia-se em Escultura e Metais e em 2002 faz o Mestrado em Book Arts, ambos no London Institute, Camberwell College of Arts em Londres. Expõe em Portugal desde 2003, havendo estado presente em França e Inglaterra em exposições colectivas e individuais. O trabalho da artista desenvolve-se entre instalação, performance, escultura, livro de artista e escrita, integrando técnicas artesanais como o bordado. Reflectindo sobre questões da condição das mulheres, Lúcia David constrói histórias visuais sobre um mundo em ruptura social e política.

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ISABEL MONTEIRO (ARTES PLÁSTICAS/PINTURA)
O conjunto de obras apresentado parodia algumas das formas visuais utilizadas no quotidiano como forma de controle – concretamente, retiradas do design de informação, por considerar que, no imenso universo de imagens de instrução existentes, se condensam os ícones, praxis e valores que caracterizam a sociedade actual e por ela própria criados artificialmente. Por outro lado, é desvelada a falibilidade desses mesmos valores simbólicos e necessidades artificiais auto-atribuídos quando a estrutura sócio-cultural que os auto-define se desregula. Esta dualidade de perspectivas de uma mesma problemática é, formalmente, resolvida através da presença recorrente do macaco: conotado com um comportamento de imitação, ele simboliza a alienação da vontade e da capacidade de escolha; mas, ao protagonizar também o indivíduo que se rege pelas suas pulsões básicas, ele é também um infractor, que desmistifica os valores artificialmente convencionados. (Nazaré Álvares)

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HUGO PAQUETE (MULTIMÉDIA)
Hugo Paquete tem vindo a desenvolver um percurso exploratório dentro das artes visuais e dos novos media, explorando a complexa relação entre o homem e o real e os seus paradigmas de linguagem, percepção e tecnologia. As suas obras transportam-nos para uma linguagem depurada e sintetizada com o objectivo de retratar uma estética de paisagens mentais estruturalista, tentando uma relação mais conceptualista com os objectos em que a partir da lógica atingimos a abstracção.
Desenvolvendo experimentações sonoplastas aliando som e imagem apresentou pesquisas no festival internacional Art Tech Media (2006) Espanha, OutVídeo festival (2006) Russia, Daw 2007 Suiça, File festival 2007 Brasil, Festival zepelim 2008 Spain, Festival música viva 2008 Portugal, estando a desenvolver trabalho com kenji Siratori, escritor cyber punk japonês e o compositor americano James Ross entre outras colaborações.

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JOSÉ CARLOS TEIXEIRA (VÍDEO)
O trabalho de José Carlos Teixeira (1977, Porto, Portugal), é por natureza multidisciplinar, com a predominância do vídeo, da
instalação e da performance. Esteve envolvido em diversos projectos artísticos , exposições, festivais e projecções na Europa e EUA. Para além das artes visuais, José Carlos Teixeira também estudou música e teatro experimental. Teixeira é videasta free-lancer e professor de história da arte.

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